Porto Velho (Brasil): resistência e violência policial durante operação de remoção

Nesta segunda-feira, policiais militares cumpriram uma ordem de despejo contra 4 moradores no bairro Jardim Santana, setor chacareiro, em Porto Velho, no Estado de Rondônia.
A comunidade em volta se comoveu com a situação e cerca de 70 pessoas tentaram impedir a ação dos policiais que utilizaram balas de borrachas, bomba de efeito moral e gás de pimenta. Algumas pessoas passaram mal ao inalar. Entre elas, duas crianças, uma de 8 e outra de 14 que foram encaminhadas a UPA leste.

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Curitiba (PR – Brasil): Repressão policial e incêndio criminoso na Ocupação 29 de março

“Eles chegaram correndo e marchando igual exército, todos encapuzados, depois disso, a favela virou cinza”, denunciou um dos moradores da ocupação 29 de Março, que fica no bairro de Vila Corbélia, Cidade Industrial de Curitiba (CIC). Ao todo, aproximadamente duzentas casas se perderam no incêndio, que aconteceu entre o fim da noite de sexta-feira (7/12) e a madrugada deste sábado (8/12).  Em todos os relatos dos moradores, o começo do fogo é atribuído à ação da polícia militar do Paraná.

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Rio de Janeiro (Brasil): Militarização e resistência nas favelas e periferias

Reproduzimos aqui esta entrevista publicada originalmente no site Cartografia Noturna.

“Nós por nós”: militarização e resistência nas periferias do Rio de Janeiro


Há 5 anos atrás, em julho de 2013, o desaparecimento de Amarildo de Souza, pedreiro e morador da favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, durante uma operação de repressão policial, suscitou uma onda de indignação no Brasil inteiro. Em março de 2018, o assassinato da vereadora Marielle Franco em pleno centro da cidade, que acabou de completar 7 meses, gerou uma nova onda de indignação pelo país. Estes dois crimes revelam os desafios enfrentados por aqueles que se organizam para combater a violência do Estado nas periferias do Rio de Janeiro. Durante os cinco anos que os separam, a violência policial nas favelas cariocas se intensificou drasticamente, agora com a presença sistemática do Exército nas comunidades. Por outro lado, diversos movimentos se consolidaram nestes territórios, juntando forças e construindo ferramentas para enfrentar esta violência.

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