Seropédica (RJ-Brasil): Casa do Vice-reitor da UFRRJ é ocupada

No início deste mês, estudantes ocuparam uma casa que pertence ao vice-reitor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ):


Okupa Rural: Nota de Ocupação da Casa do Vice-Reitor
Seropédica, 11 de Outubro de 2017

No final de setembro houve vazamento de um encanamento da CEDAE dentro do campus universitário da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Este vazamento acarretou em falta de água em todo o alojamento masculino e no bloco 1 dos alojamentos femininos, durante 4 dias. Diante disso, não houve nenhum posicionamento da reitoria no que se refere a tentar sanar o distúrbio que interfere num direito básico a sobrevivência. Na segunda-feira, dia 2 de outubro, alguns estudantes indignados com a situação decidiram ocupar a casa destinada ao reitor. Esta ocupação se inicia com a convocatória para um “banhaço” organizado por estudantes moradores dos alojamentos sem vínculos com o DCE.

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Porto (Portugal): A nova ocupação A Travessa é despejada

Nesta segunda-feira, dia 16 de outubro, às 07h30 da manhã, a ocupação A Travessa foi despejada pela Polícia de intervenção e pela PSP. 21 pessoas foram detidas e levadas para a Esquadra do Heroísmo. Às 12:47 todxs xs detidxs tinham sido libertadxs da esquadra. Elxs foram constituídxs arguidxs sem lhes ser comunicado qual o crime cometido.

Via guilhotina.info (facebook).

Porto (Portugal): Ocupar o abandono, 2º dia da Travessa

No domingo, quase meia centena de pessoas apareceram para mostrar o seu apoio à Travêssa. Pela manhã, nada melhor do que ter vizinhos a trazer o pequeno-almoço. Para além disso, também ofereceram mobília, utensílios de cozinha, mantas, azeite e outros alimentos, disponibilizaram-se para ajudar e assumiram a sua solidariedade. Começava-se a perceber que as relações iniciadas no dia anterior fortaleciam-se e que a ideia de abrir a escola estava a ser bem recebida.
Ao longo do dia quem chegava ia-se organizando para colaborar nos arranjos, nas limpezas e melhoramentos do edifício, lavando o chão das salas, recolhendo o lixo do jardim ou arranjando fugas de água.
Para o final da tarde estava marcada uma conversa com o tema “Ocupar porquê?”. Depois de arranjar maneira de instalar toda a gente no pátio, surgiram várias considerações sobre a importância de relação com a comunidade local; os efeitos da turistificação da cidade e as formas de combatê-la; a necessidade de divulgar a ideia de ocupação; a criação de redes entre projectos semelhantes; a pertinência de acções sobre problema de habitação na cidade. [Read More]

Itapetinga (BA-Brasil): Operação policial é realizada após ocupação de 13 fazendas

Uma operação policial foi deflagrada na semana passada, nos dias 2 e 3 de outubro, para desocupar 13 fazendas que tinham sido ocupadas recentemente por índios Pataxó Hã hã hãe e por sem-terra na região de Itapetinga, no sul da Bahia. Duas destas fazendas, as fazendas Esmeralda e Tabajara, pertencem ao ex-ministro Geddel Vieira Lima que foi preso em setembro de 2017 pela polícia Federal acusado de corrupção e lavagem de dinheiro.

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Porto (Portugal): A Travessa Okupada

Nova Ocupação na cidade do Porto
Travessa dos Campos 170 – Apareçam e partilhem

Decidimos ocupar um espaço abandonado há anos, onde nos possamos auto-gerir, sem hierarquias nem delegações, sem pedir autorização às instituições e sem negociarmos com elas, recusando assim qualquer tipo de autoridade por ser um obstáculo à livre expressão individual e colectiva e às livres relações sociais.

Num momento em que o Porto é devorado por obras faraónicas de limpeza social, é fundamental afirmar que não queremos portuenses elegantes e servis, cuja única função seja fazer parte do menu a ser devorado por imobiliárias, empresas e agências turísticas em ambiente limpo e pitoresco, desprovido de qualquer conflito social. Por isso, resolvemos organizar-nos a partir das contradições que nascem das profundas transformações quotidianas da nossa cidade. [Read More]

Vitória (ES-Brasil): Ocupar tudo que está abandonado

Nos últimos meses, diversas ocupações foram realizadas na Grande Vitória. Dentro destas, os Edificios Sagres e Santa Cecília, ambos no centro da cidade, foram ocupados no último mês de julho por dezenas de fámilias. Nas últimas semanas, membrxs e apoiadorxs de ocupações urbanas decidiram formar o Coletivo Resistência Urbana e lançaram o seguinte comunicado:

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São Paulo (Brasil): Guaranis ocupam Parque Estadual e desligam antenas para defender suas terras

A partir da madrugada da quarta-feira 13 de setembro, índios guarani ocuparam o Parque Estadual do Jaraguá, na zona noroeste de São Paulo, contra a Portaria 683 do Ministério da Justiça, que prevê anular parte da demarcação da terra indígena (TI) do Jaraguá, também situada na zona norte da capital paulista.

Na sexta-feira, o grupo indígena desligou antenas que transmitem sinais de telefonia celular e televisão do Pico no Jaraguá, ponto mais alto de São Paulo. São três equipamentos de antenas de transmissão. Uma que transmite sinais de celular e TV, e outras duas utilizadas pelo Exército e pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

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Lisboa (Portugal): Prédio é ocupado na região central da cidade

O número 69 da Rua Marques da Silva encontra-se ocupado.

A acção parte da iniciativa de um grupo de pessoas, sem qualquer filiação institucional, unidas pela vontade de dar vida a um imóvel abandonado.

Nos últimos anos, o direito a habitar na cidade de Lisboa tem sido alvo de diversos ataques. Num cenário de crise económico-financeira e de austeridade, a alteração da lei das rendas por parte do anterior governo veio permitir novas oportunidades de negócio a fundos de investimento e demais entidades especuladoras.
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São Paulo (Brasil): Ocupação Mauá ameaçada de despejo

Localizada há mais de 10 anos na região da Luz, centro de São Paulo, a Ocupação Mauá está na linha de frente do projeto higienista do Prefeito João Dória.

A reintegração de posse da Ocupação está marcada para o dia 22/10, todo apoio é necessário!

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São Bernardo do Campo (SP-Brasil): Milhares ocupam um terreno e resistem a ordem de despejo

No início deste mês, cerca de 500 pessoas ocuparam um terreno privado em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, com o apoio do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Tetos). A área, que fica no bairro Planato, estava abandonada há mais de 40 anos. Depois de 11 dias no terreno, a ocupação já conta esta semana com cerca de 6 mil moradores e moradoras.

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