Belo Horizonte (Brasil): Natal Sem Compras na Kasa Invisível

Ano após ano, o Mercado, essa “entidade” tão glorificada, se alegra com a chegada de sua principal festa de consumo. O Natal. A maior parte da população, cada vez mais precarizada, é carregada por uma maré de propagandas, ofertas e preços parcelados em 200x sem juros.

Enquanto isso, vemos diante de nossos olhos, mais e mais gente sendo empurrada a viver nas ruas da cidade. Cresce o numero de pessoas desempregadas e em relações de trabalho cada vez mais precarias. Quem é rico, cada vez mais rico. Quem é pobre, cada vez mais pobre.

Ressoando a movida internacional por um Natal Sem Compras, o Coletivo Kasa Invisível convida a todos e todas da cidade, das comunidades, coletivos, movimentos, vizinhança, quilombos e favelas para um encontro solidário, de partilha e troca em nossa kasinha. Lembrando que o apoio mútuo, a solidariedade devem ser exercitados todo o ano, e não só em dezembro.

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Atenas: da teoria à prática – uma resposta inicial – 15 prédios liberados

Todo o mecanismo estatal do governo Mitsotakis, liderado por suas forças repressivas, se opõe a qualquer coisa que desafie suas imposições de normalidade. Ele usa a doutrina da “lei e ordem” e a retórica de tolerância zero como um véu para encobrir e tirar a atenção de suas intermináveis inconsistências. Alimenta seus constituintes com a retórica de nação, segurança, legitimidade e desenvolvimento, adotando modelos de polarização e paradigmas de épocas passadas. O objetivo é claro: a tentativa de erradicação das estruturas de luta e a destruição do movimento revolucionário, que se opõe a seus planos de desenvolvimento e a qualquer modelo da chamada gentrificação urbana.

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Pelotas (RS – Brasil): dez anos da Okupa 171

Há 10 anos atrás foi okupada esta kasa! E ao longo de todos estes anos, muitas koisas aconteceram, muita gente ja passou…Muita resistência, muita autonômia….Aprendemos e trokamos todxs xs dias, experimentando outras formas de viver, livres dos valores do sistema capital que domina e em busca por rupturas….Não temos receitas prontas para Anarkia, a construção e diaria e coletiva… entre erros e acertos, nos fortalecendo com as experências…
Estamos em konflito permanente kontra toda opressão..

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Eunápolis (BA-Brasil): Camponeses se revoltam contra seguranças de latifundio

Seis carros incendiados e um “segurança” ferido; criminalização dos camponeses sem terra que se defenderam de modo legítimo; inquérito policial e ampliação do latifúndio. Esse foi o resultado de um ataque de “vigilantes patrimoniais” a um grupo de pequenos agricultores despejado da Fazenda Esperança e Mutum, no distrito de Barrolândia, zona rural de Belmonte, no extremo Sul baiano.

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Belo Horizonte (Brasil) : Dez anos de ocupações urbanas!

Dez anos atrás, um terreno não construído foi ocupado por centenas de famílias no bairro Céu Azul, criando a ocupação Dandara, uma das maiores ocupações urbanas organizadas do país. Esta ação ocorria pouco tempo após a ocupação de outros terrenos no Barreiro – criando as comunidades Camilo Torres e Irmã Dorothy – primeiros passos de uma série de ocupações de terras urbanas nesta região da cidade.

Tais episódios marcaram o início de um ciclo de retomada do território urbano em Belo Horizonte com diversas formas e estratégias:  ocupações de terrenos urbanos na periferia resultando em bairro autoconstruídos e autogestionados – do Barreiro à Pampulha e de Contagem à Santa Luzia, ocupações de prédios na região central na luta por moradia – da ocupação Zezeu Ribeiro/Norma Lucia à Ocupa Vicentão ou ainda ocupações de edifícios para criar centros sociais e culturais autogeridos – do Espaço Comum Luiz Estrela à ocupa feminista Tina Martins passando pela libertária Kasa Invisível – sem esquecer dos recentes acampamentos de sem-terra em São Joaquim de Bicas ou da retomada de terra indígena Naô-Xoan, também na Região Metropolitana de BH…

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Novo Hamburgo (RS-Brasil) : Jornada de resistência anti-despejo na okupa Viúva Negra

Segue a programação da “Jornada do Fim do Mundo” – Semana de resistência anti-desalojo na okupa Viúva negra, em Novo Hamburgo (RS):

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Porto Alegre (RS-Brasil): Ocupação Baronesa resiste!

A okupa Baronesa tem resistido às pressões da prefeitura e da brigada militar há cerca de três meses. Hoje, das 10 famílias que inicialmente ocuparam o imóvel abandonado pela prefeitura na esquina da rua 17 de Junho com a Baronesa do Gravataí, 3 resistem ao desalojo e fixaram seu acampamento na calçada, em frente à okupa. A reintegração de posse ocorreu no dia 7 de junho, uma sexta-feira.

Desde o dia 18 de março, 20 adultos e 17 crianças ocuparam o prédio e promoveram melhorias no espaço do imóvel, acabaram com infestação de ratos e com focos de mosquito da dengue além de trazerem paz e sossego para a vizinhança. Os seis sobrados que compõe o espaço ocupado, antes das famílias chegarem, eram utilizados como ponto de encontro de usuários de drogas e como depósito de objetos furtados. [Read More]

Manaus  (Brasil) : Reocupação de terreno após tentativa de remoção

Na zona oeste de Manaus, no bairro Tarumã, a Polícia militar, apoiada pela Ronda Ostensiva  Cândido Mariano (Rocam), Força Tática e Cavalaria, iniciou uma operação de remoção contra mais de 600 famílias que ocupam um terreno há mais de três meses. A comunidade, que inclui 14 famílias indígenas, havia ocupado esta área – parcialmente desmatada e devastada pelo garimpo – por necessidade de moradia e com o intuito de preservar as nascentes de igarapés que existem na área. « Nós precisamos de moradia digna e portanto nós precisamos desta terra », afirma Elizete, integrante da comunidade.

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Lisboa (Portugal): Famílias ameaçadas de despejo resistem na Penha de França

Hoje, na Penha de França, na Quinta Santo Antonio, várias famílias estavam a ser despejadas.

Famílias que ocuparam casas depois de terem perdido a sua própria casa para essas políticas de habitação da Câmara Municipal de Lisboa: onde há cada vez mais habitações de luxo para os super-ricos e cada vez menos casas para as pessoas trabalhadoras morarem.

Iam hoje ser postas na rua sem nenhuma solução habitacional adequada! Porém, juntos de uma rede de solidariedade e apoio da Stop Despejos e da Habita, conseguiram resistir! Porém a luta deles não foi ganha, ainda há o risco de despejo esta semana!

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São Paulo (Brasil): Ocupação 9 de julho ameaçada de despejo

Carta aberta do MSTC sobre o risco de despejo da Ocupação 9 de julho:

O Movimento Sem Teto do Centro (MSTC) ocupa um prédio localizado na Avenida 9 de Julho, que pertencia anteriormente ao Instituto Nacional do Seguro Social- instituição do Governo Federal. O prédio ocupado trata-se de um símbolo de luta pelo direito à cidade no centro de São Paulo, pois é conhecida a trajetória de movimentos sem-teto para transformação deste prédio em moradia social, tendo a primeira ocupação dele ocorrido em 02 de novembro de 1997, com fundamento na Constituição de 1988, que garante o direito à moradia e a função social urbana.

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