Belo Horizonte (Brasil) : Dez anos de ocupações urbanas!

Dez anos atrás, um terreno não construído foi ocupado por centenas de famílias no bairro Céu Azul, criando a ocupação Dandara, uma das maiores ocupações urbanas organizadas do país. Esta ação ocorria pouco tempo após a ocupação de outros terrenos no Barreiro – criando as comunidades Camilo Torres e Irmã Dorothy – primeiros passos de uma série de ocupações de terras urbanas nesta região da cidade.

Tais episódios marcaram o início de um ciclo de retomada do território urbano em Belo Horizonte com diversas formas e estratégias:  ocupações de terrenos urbanos na periferia resultando em bairro autoconstruídos e autogestionados – do Barreiro à Pampulha e de Contagem à Santa Luzia, ocupações de prédios na região central na luta por moradia – da ocupação Zezeu Ribeiro/Norma Lucia à Ocupa Vicentão ou ainda ocupações de edifícios para criar centros sociais e culturais autogeridos – do Espaço Comum Luiz Estrela à ocupa feminista Tina Martins passando pela libertária Kasa Invisível – sem esquecer dos recentes acampamentos de sem-terra em São Joaquim de Bicas ou da retomada de terra indígena Naô-Xoan, também na Região Metropolitana de BH…

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Novo Hamburgo (RS-Brasil) : Jornada de resistência anti-despejo na okupa Viúva Negra

Segue a programação da “Jornada do Fim do Mundo” – Semana de resistência anti-desalojo na okupa Viúva negra, em Novo Hamburgo (RS):

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Montevidéu (Uruguai): Não ao desalojo do Centro Social Cordón Norte!

No dia 05 de junho de 2019, chegou uma intimação de desalojo por usurpação ao centro social Cordón Norte.

Estaremos expandindo informação.

Convidamos a todxs a se solidarizar e se aproximar do espaço.

Nenhum um passo atrás.

Tirem suas mãos de nossos centros sociais!

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Amadora (Portugal) : Famílias são despejadas na Quinta da Lage

Atendendo à pressão da especulação imobiliária, a Câmara Municipal de Amadora segue demolindo as casas da Quinta da Lage. Nesta quarta-feira, dia 12 de junho, seis casas foram demolidas e três famílias foram despejadas, inclusive crianças e uma mulher grávida, sem nenhuma alternativa de moradia.

Os moradores da Quinta da Lage já lutam há meses pelo direito à habitação e contra a política de demolição de casas coordenada pela Câmara Municipal iniciada este ano, impulsionada pela especulação imobiliária devida à previsão de chegada do metrô na zona.

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Lisboa (Portugal): Famílias ameaçadas de despejo resistem na Penha de França

Hoje, na Penha de França, na Quinta Santo Antonio, várias famílias estavam a ser despejadas.

Famílias que ocuparam casas depois de terem perdido a sua própria casa para essas políticas de habitação da Câmara Municipal de Lisboa: onde há cada vez mais habitações de luxo para os super-ricos e cada vez menos casas para as pessoas trabalhadoras morarem.

Iam hoje ser postas na rua sem nenhuma solução habitacional adequada! Porém, juntos de uma rede de solidariedade e apoio da Stop Despejos e da Habita, conseguiram resistir! Porém a luta deles não foi ganha, ainda há o risco de despejo esta semana!

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Belo Horizonte (Brasil): Nasce uma nova ocupação na avenida Amazonas

A população em situação de rua em Belo Horizonte, organizada pelo Movimento Nacional da População de Rua, diante da grave necessidade de garantir o direito fundamental de moradia digna, ocupa desde o último sábado um dos casarões abandonados na Avenida Amazonas. 

Em Belo Horizonte, são quase 7 mil pessoas em situação de rua, e não há programa habitacional ou mesmo abrigos que atendam essa demanda. E por outro lado, há na cidade muitos imóveis abandonados, que não cumprem nenhuma função social como determina a constituição federal.

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São Paulo (Brasil): Ajude a reconstruir a Rádio Libertadora Sem Medo do Capão

No dia 24 de janeiro de 2019, um incêndio transformou em cinzas o estúdio que abrigava a Rádio Libertadora Povo Sem Medo do Capão. Veja fotos e saiba mais aqui.

A rádio começou a funcionar em 2017 junto à Ocupação Povo Sem Medo do Capão do MTST. O objetivo de sua construção era aproximar e dar acesso aos meios de comunicação aos acampados.

Com muito esforço, foi construído um primeiro barraco-estúdio, noticiado pela TVT [1]. A rádio passou a funcionar principalmente aos sábados, quando as cozinhas da ocupação estavam a todo vapor e quando aconteciam enormes assembleias do movimento. No mesmo ano, foram realizadas oficinas de radionovela, produzidos vídeos sobre o futebol de várzea da periferia, incluindo a cobertura dos finais de campeonato com drones [2][3], e a cobertura da festa junina do movimento Sem-Teto.

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Belo Horizonte (Brasil): Tira a mão da nossa okupa! A Kasa Invisível resiste!

No dia 11 de Fevereiro de 2019 teremos a primeira audiência da Kasa Invisível com a família do antigo dono. No começo do mês a família entrou com um pedido de reintegração de posse que foi indeferido pelo juiz e uma audiência de conciliação foi marcada. O imóvel ficou mais de 20 anos abandonado e extremamente deteriorado, então sabemos que tipo de “negociação” está em jogo quando se tem uma família herdeira de vários outros imóveis pronta para alimentar a especulação imobiliária em uma das áreas mais nobre da cidade. Por isso frisamos: é MUITO importante a marcar presença e mostrar nossa resistência!

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Belo Horizonte (Brasil): Ocupações fazem protesto pelo Direito à moradia e contra os crimes da Vale

Na manhã desta terça feira, dia 29 de janeiro, moradores das ocupações William Rosa, Marião e Professor Fábio Alves fecharam completamente o anel rodoviário de Belo Horizonte em protesto pelo direito à moradia e contra os crimes da mineradora Vale em Brumadinho, segue o manifesto publicado pelas ocupações: 

Moradores das Ocupações WILLIAM ROSA, MARIÃO e PROFESSOR FÁBIO ALVES fecham o anel rodoviário em protesto contra o mandado de despejo, pelo pagamento da bolsa moradia, pela construção imediata dos apartamentos e contra a Vale e a omissão dos governos!

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Almada (Portugal): O Centro de Cultura Libertária precisa do teu apoio!

O Centro de Cultura Libertária, associação anarquista com 44 anos de actividade em Cacilhas-Almada, encontra-se novamente ameaçado. A contínua pressão do negócio imobiliário, a alteração da lei das rendas e a gentrificação que impõem a saída de moradores dos lugares centrais das cidades, a destruição de espaços sem fins lucrativos ou o encerramento das lojas de bairro, atingem agora também o CCL.

O que se passa?
Não é a primeira vez que a permanência do CCL na sua sede histórica é posta em causa.
Entre 2009 e 2011 o Centro de Cultura Libertária resistiu contra um processo de despejo movido pelo senhorio. Apenas a solidariedade de muitos colectivos e indivíduos aqui e além fronteiras nos permitiu fazer frente aos custos do processo judicial, que acarretou dois julgamentos e um recurso. No final, chegámos a um acordo de aumento de renda que nos permitiu continuar no espaço sem alterações na duração do contrato.
No entanto, em 2014, fruto das mudanças na lei das rendas a favor dos interesses dos proprietários, a duração do contrato do CCL passou para um prazo de cinco anos. Chegamos agora, no final de 2018, à altura em que, tal como vem acontecendo a milhares de inquilinos, a continuação do arrendamento do nosso espaço ficará à mercê da vontade do proprietário e das condições que este nos quiser impor. [Read More]