Belo Horizonte (Brasil): Tira a mão da nossa okupa! A Kasa Invisível resiste!

No dia 11 de Fevereiro de 2019 teremos a primeira audiência da Kasa Invisível com a família do antigo dono. No começo do mês a família entrou com um pedido de reintegração de posse que foi indeferido pelo juiz e uma audiência de conciliação foi marcada. O imóvel ficou mais de 20 anos abandonado e extremamente deteriorado, então sabemos que tipo de “negociação” está em jogo quando se tem uma família herdeira de vários outros imóveis pronta para alimentar a especulação imobiliária em uma das áreas mais nobre da cidade. Por isso frisamos: é MUITO importante a marcar presença e mostrar nossa resistência!

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Belo Horizonte (Brasil): Ocupações fazem protesto pelo Direito à moradia e contra os crimes da Vale

Na manhã desta terça feira, dia 29 de janeiro, moradores das ocupações William Rosa, Marião e Professor Fábio Alves fecharam completamente o anel rodoviário de Belo Horizonte em protesto pelo direito à moradia e contra os crimes da mineradora Vale em Brumadinho, segue o manifesto publicado pelas ocupações: 

Moradores das Ocupações WILLIAM ROSA, MARIÃO e PROFESSOR FÁBIO ALVES fecham o anel rodoviário em protesto contra o mandado de despejo, pelo pagamento da bolsa moradia, pela construção imediata dos apartamentos e contra a Vale e a omissão dos governos!

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Brasil: violência cresce contra terras indígenas, sem-terra e ocupações

Com a vitória do candidato de extrema-direita Jair Bolsonaro para presidência, os tempos anunciam um crescimento da repressão e violência contra sem-terra, indígenas, ocupações e contra todos os territórios e espaços conquistados através das lutas sociais. De fato, o ex-capitão do exército sempre demonstrou sua proximidade com os latifundiários da bancada ruralista e lobbies do agronegócio, se colocando como representante e porta-voz de seus interesses.

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Buenos Aires (Argentina): Ocupação da Villa Urquiza resiste!

Espaço comunitário gerido por assembleia autônoma do bairro Villa Urquiza, em Buenos Aires, recebe notificação de despejo na tarde de quinta-feira (22). A intimação estipula o prazo de dez dias para que a comunidade entregue o espaço, sob ameaças de responsabilização penal.

A “Asamblea de Vecinxs Autoconvocadxs de Villa Urquiza”, organismo gestor do espaço, convoca luta contra ameaça de despejo do espaço comunitário. Ocupado pela comunidade há 16 anos, o espaço autogestionado oferece atividades políticas e culturais para a vizinhança.

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Campo do Meio (MG-Brasil): O acampamento Quilombo Campo Grande é ameaçado de despejo

Durante audiência realizada na tarde desta quarta-feira (7 de novembro), o Juiz Walter Zwicker Esbaille Junior mandou despejar as 450 famílias Sem Terra moradoras da usina falida de Ariadnópolis, em Campo do Meio-MG. Ele deu o prazo de sete dias para desfazer a ocupação.

Com essa decisão serão destruídos 1.200 hectares de lavoura de milho, feijão, mandioca e abóbora, 40 hectares de horta agroecológica, 520 hectares de café. Além disso, centenas de casas, currais e quilômetros de cerca serão derrubados. Essa ordem destruirá tudo o que as pessoas construíram em duas décadas de trabalho.

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Porto Alegre (RS-Brasil): Polícia invade Quilombo Lemos e ameaça moradores

Na manhã desta quarta-feira (07 de novembro) policiais da Brigada Militar fortemente armados invadiram o território do Quilombo Lemos em Porto Alegre e ameaçam os moradores do local. O quilombo é localizado na Avenida Padre Cacique número 1250 e é ocupado desde os anos 60.

A pedido do Asilo Padre Cacique policiais da Brigada Militares, mascarados, entraram no terreno ameaçando moradores e exigindo a saída das famílias que moram no local há 50 anos. Os policiais chegaram a cortar a água e a luz dos quilombolas. Estes resistiram e conseguiram a suspensão da operação, devido ao não cumprimento do protocolo de reintegração de posse e irregularidades no processo.

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Rio de Janeiro (Brasil): A Ocupação Chiquinha Gonzaga resiste!

Segundo informações obtidas por moradores junto a Defensoria Pública, está sendo articulada a remoção da Ocupação Chiquinha Gonzaga entre prefeitura e Iterj (Instituto de Terras e Cartografia do Rio de Janeiro), depois do massacre midiático apresentado pelas reportagens da TV Globo. Chegou ao conhecimento do Nuth (Núcleo de Terras e Habitação da Defensoria), um pedido de apoio ao CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) para a desocupação da Chiquinha.

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Setúbal (Portugal): Concentração em solidariedade com a C.O.S.A.

Passado 1 ano da última audiência prévia voltamos a juntar companheires, amigues e todas que estão solidárias com a C.O.S.A (Casa Ocupada de Setúbal Autogestionada) para continuar a resistir. Na COSA não se toca. Vamos passar uns dias em grande descobrindo novas e reforçando velhas afinidades. Vão haver actividades, belo píteu, acções, exercício, música e tudo mais que desejarmos. Aparece sem medos e divulga!

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Belo Horizonte (MG-Brasil): A Polícia Militar faz operação para intimidar a Ocupação Carolina

A Ocupação Carolina Maria de Jesus habitada por cerca de 200 famílias no centro de Belo Horizonte está sofrendo ameaças da Polícia Militar. Uma ampla reunião com a rede de apoio foi realizada nesta quarta-feira e uma vigília está sendo realizada diariamente no local. Segue a nota publicada sobre a ameaça na página da Ocupação:


Há alguns dias a Polícia Militar vem sobrevoando o edifício da Ocupação Carolina Maria de Jesus realizando vôos rasantes nas janelas dos moradores.

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Salvador (BA-Brasil): Famílias na Ladeira da Preguiça ameaçadas de expulsão imediata

Moradores do imóvel nº 38 da Ladeira da Preguiça, no Centro de Salvador, estão sendo ameaçados de expulsão desde o dia 27 de março: a juíza Itana Eça Menezes de Luna Rezende deu liminar de reintegração de posse contra eles no processo 555641-05.2017.8.05.0001, reintegração de posse movida por uma certa Liduína Soares Missias que se diz dona do imóvel. Os moradores do imóvel reclamam terem sido procurados por um homem que se diz oficial de justiça, dizendo que se não saíssem em 48 horas “vocês vão sair daquele jeito”, ameaçando-os. Apesar de já haverem procurado a Defensoria Pública, que os defende na justiça, as famílias estão preocupadas e aterrorizadas, e não têm para onde ir.

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