Porto Alegre (RS-Brasil): Heavy Hour 59 – Autonomia, Autogestão e Autogoverno contra o capital e o Estado!

HEAVY HOUR 56 – 30.09.19

Para a estreia em Alvorada, nosso time recebe, no Estúdio Monstro, Cássio Brancaleone, sociólogo, professor e membro do Sindicato dos Docentes da UFFS, que compartilha conosco sua experiência entre os Zapatistas de Chiapas, no sudeste mexicano. Também conosco está o indigenista que trabalhou 8 anos na FUNAI, cientista social e mestre em psicologia social, João Mauricio Farías, que se autodeclara “pacifista”, mas que não deixa de ressaltar que o direito à vida dos oprimidos passa pela autodefesa (inclusive com “violência”) frente ao terrorismo colonial-capitalista-estatal! [Read More]

Porto Alegre (RS-Brasil): Utopia e Luta. Reforma da Horta em nosso terraço, precisamos de sua ajuda

Localizada no centro de Porto Alegre, a Comunidade Autônoma Utopia e Luta é uma exceção à regra das ocupações urbanas brasileiras. Iniciada em 2005 com uma ocupação durante o Fórum Social Mundial, a comunidade hoje é a única cooperativa que obteve regularização fundiária pelo Programa Crédito Solidário do governo federal. O prédio, situado nas escadarias do Viaduto Otávio Rocha na avenida Borges de Medeiros, foi contemplado com o programa viabilizado pela Caixa Econômica Federal e pelo Ministério das Cidades. Propriedade do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), o edifício estava em processo de deterioração e desocupado havia 17 anos. O projeto do Utopia e Luta é único do tipo entre os contemplados pelo programa Crédito Solidário desde 2007. [Read More]

Porto Alegre (RS-Brasil): Heavy Hour 56 – Quando os ricos invadem as áreas dos pobres…

HEAVY HOUR 56 – 09.09.19

Os bacanas estão de olho na Bonja! E não é para auxiliar a comunidade, é para desalojar as pessoas de lá! Porto Alegre, como qualquer grande cidade, “sofre” com a especulação imobiliária. Sofre, assim, entre aspas, porque sua administração joga contra a população. Conversamos, portanto, com duas representantes da resistência na Bom Jesus, Cris Medeiros, moradora do local e conselheira tutelar, e com a advogada Rosa, também moradora, sobre as invasões – sim! – de corporações privadas que querem retirar mais de 80 famílias de um local onde moram há mais de 30 anos para seguir seu empreendimento imobiliário – vulgo condomínio de bacana. [Read More]

Porto Alegre (RS-Brasil): Heavy Hour 45 – Ocupar e resistir! Ocupação não é invasão e é um direito constitucional

HEAVY HOUR 45 – 25.06.19

Por mais que não pareça haver mais regra nenhuma neste país, que a lei não valha para todos, mas apenas para aqueles que os poderosos querem penalizar, ainda há que se resistir e lutar. [Read More]

Porto Alegre (RS-Brasil): Da Retomada da Ponta do Arado Velho à Tekoa Yjere… Força e Resistência Mbya Guarani

Enfrentando uma violência cotidiana os Mbya Guarani que retomaram sua terra ancestral na Ponta do Arado seguem resistindo aos ataques dos empresários da fazenda do Arado, todos respaldados pelas instituições estatais!

No mês passado, o processo que até então criminalizava os Guarani e todas as pessoas que os visitavam foi mandado para a justiça federal fazendo então cair as liminares que judicialmente isolavam os Guarani de qualquer forma de solidariedade.

Mesmo assim, é com muita alegria que desde a retomada, em junho do ano passado que os Guarani reabitam a ponta do Arado, devolvendo aos seres da floresta, à agua, às arvores, aos bugios, a alegria. Além disso, várias individualidades e grupos de pessoas solidarias com a retomada se organizaram para fortalecer a comunidade e tornar visível sua luta. Vigílias e visitas na comunidade foram organizadas, vídeos, blogs, textos e programas de rádio realizados e no dia 24 março aconteceu uma jornada solidária na praia de Copacabana que acolheu mais de 150 pessoas. [Read More]

Porto Alegre (RS-Brasil): Ocupação Baronesa resiste!

A okupa Baronesa tem resistido às pressões da prefeitura e da brigada militar há cerca de três meses. Hoje, das 10 famílias que inicialmente ocuparam o imóvel abandonado pela prefeitura na esquina da rua 17 de Junho com a Baronesa do Gravataí, 3 resistem ao desalojo e fixaram seu acampamento na calçada, em frente à okupa. A reintegração de posse ocorreu no dia 7 de junho, uma sexta-feira.

Desde o dia 18 de março, 20 adultos e 17 crianças ocuparam o prédio e promoveram melhorias no espaço do imóvel, acabaram com infestação de ratos e com focos de mosquito da dengue além de trazerem paz e sossego para a vizinhança. Os seis sobrados que compõe o espaço ocupado, antes das famílias chegarem, eram utilizados como ponto de encontro de usuários de drogas e como depósito de objetos furtados. [Read More]

Porto Alegre (RS-Brasil): Polícia invade Quilombo Lemos e ameaça moradores

Na manhã desta quarta-feira (07 de novembro) policiais da Brigada Militar fortemente armados invadiram o território do Quilombo Lemos em Porto Alegre e ameaçam os moradores do local. O quilombo é localizado na Avenida Padre Cacique número 1250 e é ocupado desde os anos 60.

A pedido do Asilo Padre Cacique policiais da Brigada Militares, mascarados, entraram no terreno ameaçando moradores e exigindo a saída das famílias que moram no local há 50 anos. Os policiais chegaram a cortar a água e a luz dos quilombolas. Estes resistiram e conseguiram a suspensão da operação, devido ao não cumprimento do protocolo de reintegração de posse e irregularidades no processo.

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Porto Alegre (RS-Brasil): Rap marca passagem de um mês da ação policial na Ong Parrhesia

Orlando Vitor, da organização não-governamental Parrhesia, produziu um rap para marcar a passagem de um mês da ação policial contra a sede da entidade, localizada na Travessa dos Venezianos, Cidade Baixa, em Porto Alegre. No dia 25 de outubro, ele foi acordado por volta das cinco horas da manhã por um forte aparato policial que participava de uma operação contra grupos anarquistas acusados de formar uma “organização criminosa”. Na ação, Orlando Vitor teve os computadores com os quais trabalhava apreendidos pela Polícia e ainda não conseguiu reaver os mesmos.

Fundada em 2011, a Parrhesia é uma organização não-governamental que atua junto a movimentos sociais nas áreas de direitos humanos, cultura, educação e comunicação popular, premiada em 2013 e 2015 pela Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris) por boas práticas em direitos humanos. [Read More]

Porto Alegre (RS-Brasil): Operação Érebo. A caçada contra anarquistas continua

No dia de hoje, 30 de novembro de 2017, a operação policial Érebo novamente atacou aos/as anarquistas. Invadiram algumas casas, roubando coisas e destroçando tudo que estava no seu caminho. Não sabemos muito bem se há mais espaços invadidos. A comunicação está precária já que não sabemos dos níveis da intervenção policial. E esta vez nada foi difundido na mídia.
Ainda quando a tempestade parecia ter se acalmado e não se tinham detidos nem informação sobre a operação, temos a certeza de que eles estão nos procurando. A diferença de outras razias, a operação Érebo parece ir devagar mas sem pausa.
Nós nos mantemos fortes, decididos/as e ainda nestas perseguições, a certeza do amor pela liberdade grita mais forte.
As mostras de apoio e solidariedade não faltam e as diferentes posturas do anarquismo tem se mantido firmes no seu rechaço a autoridade e no seu braço estendido aos/as companheiras/os. Isso nos fortalece.
Que se espalhe a notícia.
Braço estendido aos/as companheiras/os, punho fechado aos inimigos!
Procuremos que viva a anarquia!
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Porto Alegre (RS-Brasil): Quando a anarquia incomoda. Comunicado da Biblioteca Kaos diante da perseguição contra anarquistas

Há muitas coisas para falar, mas iremos pelo mais urgente. O 25 de outubro começou uma perseguição anti-anarquista contra a FAG [Federação Anarquista Gaúcha], o Parhesia, a ocupação Pandorga e algumas individualidades que tiveram espaços e moradias invadidas pela polícia. Se não toda, provavelmente uma boa parte da diversidade anarquista foi atingida e várixs deles se pronunciaram desde suas concordâncias, com firmeza, diante da repressão. E isso é vento fresco que fortalece a todo aquele que se sinta em sedição.

Fica evidente que a mira dos agentes da repressão também aponta contra nós, contra as publicações que fizemos ou nas quais participamos. E é sobre isso que vamos a nos pronunciar. A cronologia da Confrontação Anárquica, tanto aquela que recolhe informação desde o 2000 até o 2015, quanto aquela que recolhe o acionar anárquico do 2016, são os livros que estão exibindo como “provas” de vandalismo, ataques, e atos criminosos. Dentre as múltiplas formas de procurar a liberdade que tem o anarquismo, esses livros falam da informalidade anárquica como um opção de acordo com o rosto da dominação atual. Ainda mais, esclarecemos que estes livros falam de ações que não são anarquistas só. O foco dos livros é a difusão de ações anárquicas. Para ser mais precisos, se difundem ações nas quais nós sentimos o aroma da anarquia. E entre o anarquismo e a anarquia há diferenças que podem ser delicadas mas que são importantes. [Read More]