Rio de Janeiro (Brasil): Forças Armadas removem famílias na Favela Maracajás

Na terça-feira, 13 de novembro, a Aeronáutica, a Polícia Militar Estadual e a Guarda Municipal trabalharam em conjunto para remover seis famílias da comunidade de Maracajás, na Ilha do Governador, próximo ao Aeroporto Internacional do Rio, na Zona Norte.

A remoção ocorreu, aproximadamente, um ano depois que a comunidade enfrentou sua primeira grande ameaça de remoção, o que deixou os moradores em um estado de medo constante. [Read More]

Rio de Janeiro (Brasil): Policiais invadem encontro indígena na Aldeia Maracanã

No último dia 19/11, um grupo de três policiais à paisana (“P2”), armados, foi identificado na Aldeia Maracanã. Antes de serem visto com as armas, o trio já havia levantado suspeitas, sendo flagrado tirando fotos sem autorização e interrogando de forma ameaçadora um grupo de universitários. A invasão policial ocorreu no penúltimo dia do Coirem 2018 – Congresso de Intercultural de Resistência Maraka’nà, evento dedicado a denunciar a violência de Estado sofrida pelos povos tradicionais no Brasil e no mundo.

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Rio de Janeiro (Brasil): Militarização e resistência nas favelas e periferias

Reproduzimos aqui esta entrevista publicada originalmente no site Cartografia Noturna.

“Nós por nós”: militarização e resistência nas periferias do Rio de Janeiro


Há 5 anos atrás, em julho de 2013, o desaparecimento de Amarildo de Souza, pedreiro e morador da favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, durante uma operação de repressão policial, suscitou uma onda de indignação no Brasil inteiro. Em março de 2018, o assassinato da vereadora Marielle Franco em pleno centro da cidade, que acabou de completar 7 meses, gerou uma nova onda de indignação pelo país. Estes dois crimes revelam os desafios enfrentados por aqueles que se organizam para combater a violência do Estado nas periferias do Rio de Janeiro. Durante os cinco anos que os separam, a violência policial nas favelas cariocas se intensificou drasticamente, agora com a presença sistemática do Exército nas comunidades. Por outro lado, diversos movimentos se consolidaram nestes territórios, juntando forças e construindo ferramentas para enfrentar esta violência.

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Belo Horizonte (MG-Brasil): Encontro e debate em solidariedade aos 23 na Kasa Invisível

Respondendo ao chamado global de solidariedade e luta o dia 14 de Agosto será o Dia Internacional de Apoio axs 23 ativistas condenadxs no Rio de Janeiro, em defesa do direito de manifestação e por todas e todos que lutam.

Em julho desse ano 23 ativistas foram consideradxs criminosos injustamente pelo Juiz Flávia Itabaiana do TJ-RJ pela participação nos protestos de junho de 2013 e contra Copa do Mundo da FIFA em 2014. Seus crimes? Denunciar e lutar contra o Estado e o capitalismo!

Em solidariedade a Kasa Invisível promoverá a exibição do filme “Operações de Garantia da Lei e da Ordem” de Júlia Murat, onde são apresentadas a relação entra a mídia e as manifestações que ocorreram no Brasil no período entre junho de 2013 e julho de 2014. Em seguida ocorrerá um debate sobre o filme e sua nítida relação com a condenação dxs ativistas

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Chamado Global de Solidariedade e Luta em Apoio aos 23 condenados da Copa do Mundo no Brasil

14 de Agosto, dia internacional de apoio aos 23 ativistas condenados no Rio de Janeiro, em defesa do direito de manifestação, por todas e todos que lutam

Convocamos todos os movimentos sociais, organizações populares e revolucionarias, sindicatos , movimentos estudantis, grupos de defesa dos direitos humanos, intelectuais progressistas e demais setores da sociedade civil para organizarem ações simultâneas nesse grande dia de solidariedade e luta, contra a criminalização dos movimentos sociais e em defesa do direito de manifestação.

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Rio de Janeiro (Brasil): Os moradores da Vila São Jorge seguem resistindo após o despejo

Os moradores da Vila São Jorge, despejados em meados e junho ,continuam acampados e realizado periódicos fechamentos de rua para chamar a atenção e pressionar por seu direito à habitação. Pedem ajuda com doações e apoio de pessoas no local.

Como parte do ataque às ocupações urbanas e à luta por habitação, a ocupação Vila São Jorge, no bairro de São Cristóvão (Rio de Janeiro), foi despejada em meados de junho, contrariando a expectativa do decreto municipal do prefeito Marcelo Crivella, que formou um grupo de trabalho para mapear e negociar desocupações, com reassentamento dos moradores. Dessa vez a prefeitura apenas prometeu conceder aluguel social, que já não compensa a perda material diante das perdas com tijolos, cimento e outros recursos para construção de casas no local.

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Brasil: Incêndios e criminalização, ofensiva contra a luta por habitação

Depois de 8 anos de política de “pacificação policial” a Ocupação Chiquinha Gonzaga hoje é criminalizada por suspeita de narcotráfico em seu espaço.

No último 1º de Maio, dia de memória da classe trabalhadora, enquanto diversos setores da sociedade faziam suas atividades para lembrar a data, muitas pessoas foram surpreendidas com o incêndio da ocupação do edifício Wilton Paes de Almeida, no Largo do Paissandu, em São Paulo. O fogo se espalhou e provocou o desabamento do prédio. Em torno de 150 famílias, ou 400 pessoas, viviam ali. O Corpo de Bombeiros confirmou quatro mortes, incluindo a de uma criança, ao menos 7 desaparecidos e 44 nomes de pessoas não localizadas, que estavam no cadastro da ocupação[1]. Até hoje, moradores estão sem solução e sem reassentamento.

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Rio de Janeiro (Brasil): A Ocupação Chiquinha Gonzaga resiste!

Segundo informações obtidas por moradores junto a Defensoria Pública, está sendo articulada a remoção da Ocupação Chiquinha Gonzaga entre prefeitura e Iterj (Instituto de Terras e Cartografia do Rio de Janeiro), depois do massacre midiático apresentado pelas reportagens da TV Globo. Chegou ao conhecimento do Nuth (Núcleo de Terras e Habitação da Defensoria), um pedido de apoio ao CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) para a desocupação da Chiquinha.

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Niterói (RJ – Brasil): Ocupação da Casa do Estudante completa dois meses

No dia 13 de novembro de 2017 estudantes da UFF (Universidade Federal Fluminense) ocuparam a Casa do Estudante Fluminense, na rua professor Hernani Melo, em Niterói. Os estudantes fazem questão de se identificarem como independentes (sem ligação com partidos ou entidades partidárias). A ocupação acontece após um ano de deliberação e organização sobre a insuficiência de moradia estudantil na universidade.

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Seropédica (RJ-Brasil): Resistimos e seguiremos ocupando!

Balanço de duas semanas de okupação: resistimos e seguiremos ocupando!

Esta quinta-feira, dia 18 de outubro, completamos duas semanas de ocupação independente e autônoma na casa do vice-reitor na UFRRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro ). Neste balanço, queremos parabenizar todos os companheiros que estão mantendo de forma autogestionária e agroecológica nossa ocupação, com divisão de tarefas de modo equilibrado e justo para todos e aproveitamento máximo, dentro das possibilidades, dos recursos disponíveis, de modo que não dependemos do apoio de quaisquer entidades, mas apenas de nós mesmos.

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