Porto (Portugal): Jornadas libertárias 02 a 11 de outubro

Propôr e apresentar umas Jornadas Libertárias, só pelo que significa cada uma destas palavras, é difícil, porque entre nós e o Outro as palavras alimentam fossos e tecem rupturas. Mas também aproximam e geram cumplicidades. O desafio germinou na periferia do nosso ser e estar durante a primavera de 2015, entre encontros e desencontros, afinidades e des-afinidades, como um corpo a corpo necessário e imprescindível.

As Jornadas Libertárias 2015 que pensámos, desde cedo, como um terreno exploratório, revelam-se uma necessidade e acabam por chegar ao Porto num momento em que são mais precisas: numa altura de oportunismos políticos feitos de aproveitamentos desviantes de várias questões que nos afectam o quotidiano. Este ar pestilento é destilado por uma crise co-produzida pelo capitalismo e pelo estado para perseguir o ciclo de gestão de todos os aspectos das nossas vidas, perpetuando o subterfúgio de uma ordem e organização social submissa, obediente e reprodutora de mecanismos autoritários.

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Porto (Portugal): Casa Viva – apelo a todas as amigas e a todos os amigos

Por muito que queira contrariar os vícios desta sociedade, a CasaViva ainda não conseguiu escapar às regras do mercado: ou paga contas ou morre. Para que continue a resistir, precisa de guito. Se quiseres ajudar, envia o que puderes para:

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A CasaViva existe há quase sete anos, sempre irreverente, sempre contestatária. A cozinha comunitária, a horta, a biblioteca, o círculo de estudos artísticos, a cicloficina, a rádio, os concertos, a loja livre, o Pica-Miolos, os Ritmos de Resistência são projectos que aqui vivem, além de muitas outras iniciativas. Tudo sempre (quase) sem dinheiro, mas com a ajuda de muitxs amigxs!

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Portugal: Meia centena no Porto contra o despejo da okupa de S. Lázaro

Polícia resolveu abordar pessoal já só restavam meia dúzia

Enquanto em Lisboa a polícia de intervenção perseguia, cercava, identificava e revistava 50 das 200 pessoas que ao fim da tarde de ontem se manifestavam contra o despejo da okupa de S. Lázaro ocorrido pela manhã; no Porto, idêntica manifestação em frente ao edifício da câmara municipal aconteceu sem interferências. A registar apenas o caricato incidente final dos agentes de autoridade se aproximarem a perguntar pelo “organizador” e a querer a identificação de uma pessoa, para fazer registo da ocorrência não solicitada. Restavam no local meia dúzia de pessoas, eram já nove da noite. Ninguém se intimidou, ninguém foi identificado. [Read More]

Porto (Portugal): Atualizacões sobre o caso do Es.Col.A

Após uma brutal desocupação na passada 5ª feira, 19 de Abril – tendo sido detidas três pessoas de forma violenta e uma delas recebido tratamento hospitalar – em assembleia popular foi decidido reocupar o Es.col.A no dia 25 de Abril o que viria a acontecer por mais de mil apoiantes que não se deixaram intimidar pelo forte contigente policial. No entanto, na manhã de 26 de Abril, muito cedo, o Es.col.A  foi invadido sem resistência, pois ninguém lá se encontrava, por dezenas de funcionários municipais que destruíram todo o material ainda existente, desligaram água e luz e procederam ao emparedamento de diversas janelas e entradas. Também telhas e material sanitário foram arrancados e destruídos. A assembleia popular realizada nessa mesma tarde resolveu não reocupar o Es.col.A  por agora e continuar as actividades culturais no largo da Fontinha. Mas o espírito okupa e de solidariedade para com o Es.col.A manifestaram-se já em Lisboa e em Coimbra, cidades onde aconteceram duas ocupações a 25 de Abril. [Read More]

Porto (Portugal): O espaço Es.col.A foi desalojado

Na manhã de 5ª feira, 19 de Abril, cerca das 10h, massivas forças policiais tomaram de assalto o Espaço Colectivo Autogestionado do Alto da Fontinha, no bairro do Alto da Fontinha, no Porto. A bófia, armada até aos dentes e encapuçados invadiram o pátio da antiga escola primária, enquanto vários agentes e mais de dez carrinhas da polícia e outros tantos carros da PSP cercavam o bairro. [Read More]

Porto (Portugal): Projecto Es.Col.A brutalmente despejado pela polícia

O projecto Es.Col.A, Espaço Colectivo Autogestionado do Alto da Fontinha, no Porto, foi esta manhã brutalmente despejado pela polícia. A polícia encapuçada arrombou o gradeamento, derrubou o mastro e entrou na antiga escola primária. O bairro foi cercado pela polícia, com pelo menos 10 carrinhas policiais e outros tantos carros da PSP.

Com forte aparato policial e elevado apoio da população local, há relatos de várias agressões por parte da polícia aos resistentes pacíficos, dentro e fora do edifício. Há pelo menos uma pessoa ferida e duas detidas.

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